sábado, 17 de setembro de 2011

QUEM ESTUDA, EDUCA-SE, ISTO É, LER E VAI ENTENDER MELHOR AS COISAS...





THAYNÁ, 

SUA CRÔNICA FOI CLASSIFICADA

  ATRAVÉS DO CONCURSO

PROJETO LER É BOM 

DO AUTOR LAÉ DE SOUZA




Laé de Souza, PARABÉNS!


A leitura para você é prioridade


de todos e  para todos. 







THAYNÁ





Você Merece!!




Sua dedicação será  

o resultado de muitas

conquistas.

Acredite!


Mantenha-se sempre entre os livros...



Thayná, sou orgulhosa de ter  você como 


minha"filha" querida.


 É um exemplo de estudante.


Continue sempre brilhando, 


não deixei nada ou ninguém


ofuscar seu brilho...



DIA DO LIVRO INFANTIL 


Thayná esteve presente na


Escola Municipal Dário Lima,  


em Condeúba,  e 


falou  sobre  a importância  da 


 leitura para  as crianças... 




6º ano



7º ano




Thayná - 9º ano


Sua crônica está entre


 as melhores do Brasil.


Parabéns!





Eu sou o mundo

Eu sou o mundo e o mundo sou eu,
Porque, com o meu livro,
Posso ser tudo o que quiser.
Palavras e imagens, verso e prosa
Levam-me a lugares a um tempo próximos e distantes.

Na terra dos sultões e do ouro,
Há mil histórias a descobrir.
Tapetes voadores, lâmpadas mágicas,
Gênios, vampiros e Sindbades
Contam os seus segredos a Xerazade.

Com cada palavra de cada página
Viajo pelo tempo e pelo espaço
E, nas asas da fantasia,
O meu espírito atravessa terra e mar.

Quanto mais leio mais compreendo
Que com o meu livro
Estarei sempre
Na melhor das companhias.


Hani D. El-Masri 
Tradução: José António Gomes





Tudo começou em 2008...


Dramatização ...


Colegas, Professores, Direção  e

Funcionários estão  felizes

por você.



                                                      Rosângela Meira

A leitura nos faz enxergar  com outros olhos 
o que acontece à nossa volta e nos auxilia 
a sair da resignação morbida 
para o desejo de que as coisas
melhorem.


Obrigada, Laé de Souza!

É inegavel , quem lê se informa

e sabe das coisas, 

torna uma pessoa educada,

lê jornal, lê revista, conhece livros,

interpreta o que vê na televisão

ou escuta no rádio, enfim

ambiciona para si algo melhor.






Parabéns!!!!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CONTO EM QUE ENTRA COELHO



Conto em que entra coelho. 
                Hélio Pólvora


O objetivo deste trabalho é analisar o conto de Hélio Pólvora
 “Conto em que entra coelho. 
O foco narrativo aparece na primeira pessoa,
 e revela um narrador onisciente. 
Percebe-se sua postura irônica, crítica, reforçando defeitos e vícios de certos personagens, o que não
 permite que seja imparcial. 
O início do conflito gera em torno do casal de coelhos. 
Na trama foca um segundo momento 
voltado para a vida de dois carneiros, 
no entanto, mais importante 
do que o conflito resultante da morte dos carneiros, 
é a turbulência da personagem principal, 
o menino, 
seu amadurecimento e o despertar da sexualidade. 
O conto enfocaria basicamente, nesse caso,
 a transição  penosa, dolorosa, da infância 
para a vida adulta.



SEMINÁRIO - CURSO DE LETRAS - UESC

Andréia Flores - Rosângela Meira


Tutoras: Cláudia Suely Ferraz    -  Carla Nataly Pithon


POLO 22 - VITÓRIA DA CONQUISTA

O conto é a forma narrativa, em prosa, de menor extensão
 (no sentido estrito de tamanho). 
Entre suas principais características, 
estão a concisão, a precisão, a densidade, 
a unidade de efeito ou impressão total –
 da qual falava Poe (1809-1849) e Tchekhov (1860-1904): 
o conto precisa causar um efeito singular no leitor; 
muita excitação e emotividade. 
Ao escritor de contos dá-se o nome de contista



O espaço onde ocorre a trama esta 
concentrado em uma fazenda.  
Sendo o tempo cronológico, com sequência praticamente linear.
 Surgem quebras, quando abordam o desenvolvimento 
na adolescência de meninas e do menino que é o próprio  do narrador.


Os contos de Hélio Pólvora são  bastante interressantes.




Biografia do autor

Hélio Pólvora de Almeida (1928) costuma identificar-se como "um pobre homem de Itabuna", parodiando Eça. Diz também que saiu do "ventre dos cacauais". Itabuna é cidade do sul da Bahia, centro comercial da Região Cacaueira.
Pólvora aprendeu as primeiras letras com a mãe, decifrando manchetes de jornais. Mais adiante leu a pequena biblioteca familiar, fez o curso primário na cidade e o secundário, a partir de 1942, em Salvador, Bahia.
Voltou à sua aldeia em 1947, praticou jornalismo em Voz de Itabuna, um semanário, e a 16 de Janeiro de 1953 chegava ao Rio de Janeiro – cinco dias antes da morte de Graciliano Ramos, com quem pretendia conversar.
Ainda faz jornalismo em Salvador e atualmente preside a Fundação Cultural de Ilhéus. 




sexta-feira, 2 de setembro de 2011

FELICIDADE




REDAÇÃO

  

Felicidade

 A felicidade é aquilo que todos buscam, adotando, porém, caminhos diversos para alcançá-la. Uns imaginam encontrá-la através das riquezas, porque supõem que com dinheiro tudo se compra e que a felicidade é uma mercadoria como outra qualquer. A verdade, porém, é que há muitos ricos que morrem de tédio, e que as mais altas taxas de suicídio se registram nos países e nas camadas mais ricas. Outros imaginam encontrar a felicidade na afluência de prazeres; desde os mais altos prazeres do espírito, o prazer da descoberta e da criação intelectual, o prazer estético, até os prazeres que mais de perto confiam com a animalidade: a sexualidade e a glutonia. Outros, enfim, esperam alcançá-la na fruição da honra, do prestígio que acompanha, em geral, o exercício do poder. No entanto, é certo que o dado mais confirmado na experiência e da sabedoria humana é este: a felicidade, no seu sentido pleno, é inatingível na Terra. Na melhor das hipóteses, quando o homem, mediante os mais penosos esforços, conquistou o poder, os prazeres ou a riqueza, nos quais cria encontrar a chave da felicidade, atingiu já o início de um período de senescência que lhe limita as possibilidades subjetivas de fruição daquilo que ambicionara. Aí reside o que poderíamos chamar o paradoxo ou o equívoco fundamental da felicidade: sempre desejada e nunca realizável.

(Fernando Bastos de Ávila) 


GLOSSÁRIO -

Consulte o "pai dos inteligentes"

Tédio:
Afluência:
Estético:
Animalidade:
Glutonia:
Fruição:
Senescência:
Paradoxo:

Equívoco






01-Elabore a paráfrase sobre o texto: “Felicidade”

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02- Segundo o autor, quais são os três supostos caminhos que levariam o homem à felicidade?
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03-Qual a conclusão do autor a respeito da “felicidade”?
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04- Comente e opine sobre o trecho: “...com dinheiro tudo se compra e que felicidade é uma mercadoria como outra qualquer”:
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05- Você concorda com tudo o que o autor afirma no texto? Se não, esclareça os pontos em que você discorda, justificando suas opiniões, claro!
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06- Pra você, o que é felicidade? Escreva um pequeno poema, em verso, respondendo a esta pergunta, com várias respostas;
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07- Você é feliz? Por quê?
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08- Delimite o texto em introdução, desenvolvimento e conclusão; resumindo-o:
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

DIGA NÃO ÀS DROGAS



Diga não às Drogas

Luís Fernando Veríssimo






Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de ” experimenta, depois quando você quiser é só parar…” e eu fui na dele.
Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de “raiz”, da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chitãozinho e Xororó e em
seguida um do Leandro
e Leonardo. Achei legal, uma coisa bem brasileira;
Mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais frequente, comecei a chamar todo mundo de “amigo” e acabei comprando pela primeira vez.
Lembro que cheguei na loja e pedi: Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano.
Era o princípio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé.
Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve… Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, entre outros.
Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: o Tchan, Companhia do Pagode e muito mais.
Após o uso contínuo, eu já não queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca havia mexido antes. Então, meu amigo me deu o que eu queria, um CD do Harmonia do Samba. Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, razão do meu existir. Pensava só nessa parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e
você começa a querer cada vez mais, mais, mais…Comecei a frequentar o submundo e correr atrás das paradas.
Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar, e até comprei a Caras que tinha
o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro. Meus
polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo.
Não deu outra: entrei para um grupo de pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma música que não dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorríamos e fazíamos sinais combinados. Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e
pedi a Coletânea As melhores do Molejo”. Foi terrível!! Eu já não pensava mais!!!
Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas
a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, ao limiar da condição
humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigres, MC
Serginho, Lacraias, motinhas e tapinhas. Comecei a ter delírio e a dizer coisas sem sentido.
Quando saía à noite para as festas, pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras…
Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: Ki-Kokolexo.
Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de MPB, Bossa-Nova, Rock Progressivo e Blues.
Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao Jazz, e até mesmo a Mozarth e Bach. Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas
a não se entregarem a esse tipo de droga
. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão
para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante.
Vai perder as referências e definhar mentalmente. Em vez de encher cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que
é droga ou não, faça o seguinte:
* Não ligue a TV no domingo à tarde;
* Não escute nada qu e venha de Goiânia ou do interior de São Paulo;
* Não entre em carros com adesivos “Fui…..”;

* Se te oferecerem um CD, procure saber se o indivíduo foi ao programa da
Hebe ou ao Sábado do Gugu;
* Mulheres gritando histericamente são outro indício;
* Não compre um CD que tenha mais de 6 pessoas na capa;
* Não vá a shows em que os suspeitos façam
passos ensaiados;
* Não compre nenhum CD em que a capa tenha nuvens ao fundo;
* Não compre nenhum CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil, e
* Não escute nada em que o autor não consiga uma concordância verbal mínima.
Mas principalmente, duvide de tudo e de todos.
A vida é bela!!!! Eu sei que você consegue!!! Diga
não às drogas!!

Luis Fernando Verissimo
 

Atividades Sugeridas:
 
 
* Pesquisar na internet  sobre o texto já citado.
 
 
Na sala de aula:
 
 
*Leitura do texto;
 
*Discussão sobre o tema;
 
*Quais os ritmos mais executados em sua cidade?
      
   
* Dividir as equipes  e preparar  o 
 
seminário sobre o tema apresentado.
 
*Elaborar uma apresentação com uma letra de música considerada "droga" e justificar o porquê.
    
*Selecionar uma letra de música -  MPB - e apresentá-la de forma dinâmica,  destacar os pontos positivos e negativos se houver.
*Biografia do autor: Veríssimo

*Apresentação do folder;

* Convidar músicos da cidade
 para abrilhantar 
o  seminário...




Objetivos:

*Analisar criticamente diversas letras de músicas.

*Integrar músicas, de forma interdisciplinar,

aos conteúdos trabalhados.

*Reconhecer a música como um texto

possível de ser lido e interpretado.

O valor da música

A música  permite ao ser humano  expressar-se
sentimentalmente, traz consigo a possibilidade
de exteriorizar as alegrias, as tristezas e as
emoções mais profundas, emergindo emoções e
 sentimentos que as palavras são muitas vezes
 incapazes de evocar. Além disso impulsiona a
expressão corporal e faz com que o corpo vibre
com a excitação que  o ritmo  musical  lhe proporciona.

Atividade adaptada por:


Rosângela Meira

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

LEITURA EXTRA EM AÇÃO

 

PROJETO DE LEITURA EM AÇÃO


Tudo que promove a aquisição


de conhecimento torna a

vida mais significativa.


Os alunos da zona rural são

comprometidos com  

Projeto de Leitura Extra


 Divulgam a leitura  entre os 



colegas...


 7º ano "Laé de Souza"
A propaganda 

é apresentada de forma

criativa, conquistando

novos leitores.




9º ano - Jorge Amado



A FUNDAÇÃO EDUCAR DPASCHOAL

  cria programas de estimulo à leitura 

e os beneficiados somos nós

leitores.

Obrigado(a)!!



7º ano "Laé de Souza" - Feirinha 




9º ano "Jorge Amado" - Feirinha


 " O mundo não nos foi dado

por nossos avós.

Ele nos é emprestado por nossos filhos"

Provérbio africano
 Dramatização  do Livro


Acredite se Quiser



 9º ano "Jorge Amado"

 A fim de mobilizar e impulsionar 

a leitura é que foi criada a propaganda

do livro lido


Os resultados do  Projeto de Leitura

mostram com mais clareza e objetividade,

o desempenho dos estudantes leitores,

o que permite uma análise otimista;

 vale a pena, mesmo que nem todos

os estudantes  sejam leitores de fato.






O objetivo maior  deste projeto é 

envolver  pais, docentes, discentes

bibliotecária e demais profissionais 

da educação

nesse projeto de valorização 

e conhecimento da

L E I T U R A

 
Poucos autores conseguiram se tornar
 
lenda viva 
 
da literatura, mas você, Laé de Souza
 
tem quebrado barreiras com suas
 
ações desafiadoras.
 
Eu também acredito na possibilidade
 
de termos um Brasil Leitor, 
 
a cada dia eu tenho provas disso
 
ao desenvolver o  "Projeto LER É BOM"  -
 
e o "Projeto Sacolão da Leitura"

 
Obrigada!

9º ano "Jorge Amado"


6º ano "Monteiro Lobato"  - 

Feirinha - Condeúba- Ba


Os livros doados pela, 

Fundação Educar Dpaschoal,


viraram  atração  entre os adolescentes. 

Como professora,

sinto  que há, ainda , uma esperança

por uma vida melhor, através de ações 

que conquistem o jovem leitor.


Rosângela Meira